Da máquina de escrever para a era digital


Jeferson Silva
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Estava lembrando do tempo que não havia por aqui, a internet, até mesmo a telefonia era coisa para poucos neste país. No final da década de 80, quando eu trabalhava num banco privado, usávamos fichários para o controle da cobrança depositária e cedente. Logo mais adiante, no ano de 95, quando entrei na faculdade resolvi conhecer as dependências do centro, me deparei com uma sala cheia de máquinas de escrever de uso dos alunos.

Nas cidades, era comum ver placas anunciando curso de datilografia, eu mesmo fiquei tentado várias vezes. Porém não foi necessário, o teclado nunca me abandonou desde então. É um amigo fiel, nem conseguiria imaginar ter de escrever de outra forma. Lógico, que a escrita a mão tem o seu charme e fala muito sobre a pessoa que escreveu. Mas vamos deixar a nostalgia de lado, relembrei esses acontecimentos para demonstrar a diferença do que havia e os muitos recursos disponíveis hoje.

Novos produtos com inovações tecnológicas estão chegando no mercado, disputando a atenção do consumidor. Toda essa avalanche, provoca modificações profundas na sociedade, causando a necessidade de novas normas de conduta. As empresas, por exemplo, têm de se adaptar ao mercado para não ficarem para trás. Já os usuários aproveitam para se comunicar com está aldeia global, buscando novos relacionamentos, interatividade e agilidade.

Segundo pesquisa realizada pela Associação Americana de Jornais (AAJ) prevê que em poucos anos, os anúncios offline serão extintos e substituídos por anúncios online.

Previsões estimam que daqui cinco anos, o Gloogle estará entre as dez maiores empresas do planeta. A enciclopédia digital Wikipédia em dois anos terá mais conteúdo do que a Biblioteca do Senado Americano. No Brasil, A Folha Online de domingo tem mais leitores que a Folha de São Paulo impressa.

Isso comprova mais uma vez, que o consumidor não é mais ingênuo. Ele dispõe de muita mais informações do que antigamente, ou seja, as comunidades virtuais é um exemplo desta mobilidade. Ou eu não estaria aqui trocando informações com vocês, não é mesmo, avançamos da máquina de escrever, do telex e quem sabe onde vamos estar daqui mais um tempo.

Colaborador: Carlos Lopes


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