A semiótica do Marketing


Posted by: Jeferson Silva
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A semiótica aplicado ao marketing estuda, como se criam, como se transmitem e como se internalizam os significados e valores das marcas. Para vender um produto, não basta em se saber o que é, senão o que significa.

O objetivo a ser alcançado é decifrar o significado e os valores das marcas, através da pesquisa na cultura vigente, para responder as perguntas mais relevantes, a resposta das condutas de compra dos consumidores. As multinacionais realizam pesquisas complexas, selecionam um grupo de pessoas, chamadas de cases, e passam a monitorá-las diariamente, o tempo todo. De modo, a mapear cada emoção, sentimento, as necessidades individuais apresentadas pelos pesquisados. Qual a finalidade de se monitorar essas pessoas, desenvolver produtos adequados para elas, conforme suas necessidades, respeitando a classe social, gênero, faixa etária, etnia, região, religião, etc.

O mercado americano, segundo a empresa responsável pela pesquisa, Teenage Reserasch Unlimited (TRU) já se deu conta que os adolescentes, na faixa etária dos 12 aos 19 anos, consomem 170 bilhões de Dólares, com uma média de gasto individual de 91 Dólares por semana. São eles, que escolhem as marcas dos produtos que vão consumir, antigamente eram os pais que determinavam. Houve uma inversão de tendência, a decisão está mais cedo na mãos deles, e seria imprudente, não trabalhar de forma à conquistar esse futuro cliente, mantê-lo para sempre.

Essa foi a conclusão que chegaram as grandes marcas, não havia até então propagandas direcionadas ao público jovem, revistas, jornais, material nos sites de interesse desta promissora fatia do mercado. Além disso, a meninada troca de informação o tempo, através da internet, orkut, blogs, sites e e-mail. Torna-se fundamental, conquistar a confiança, estar presente na vida dos adolescentes, por exemplo, uma marca mundial de aparelho de barbear, investe cada vez mais em publicidade para conquistar esses consumidores logo cedo.

Em tempos de crise, as marcas que mais e melhor resistem o abandono dos consumidores são aquelas que estão mais profundamente identificadas com sua cultura. Esse é o caso, de uma marca de cerveja aqui no Estado, a campanha de marketing da empresa trabalha com determinação o aspecto da regionalidade, utilizando um vocabulário caraterístico dos gaúchos, “bá, tchê”, onde os personagens comentam entre si, que a bebida não pode ser exportada de forma alguma, a melhor é nossa. Com um certo bairrismo, exaltando as qualidades do Sul.

A marca constitui a solução de um problema, ou a satisfação de uma necessidade racional, ou emocional do cliente. Em mercados cheios de produtos semelhantes, que têm similar funcionalidade e que custam o mesmo, o nome é o único que diferencia. Além, de ser o melhor que defende o preço. É fácil comprovar isso, observe como as pessoas referem-se a palha de aço, elas geralmente chamam pela marca, Bombril.

Colaborador: Carlos Lopes.


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